Ficha da obra
Código gerado automaticamente, estado, filial, valor contratado e percentagem de avanço. O que antes vivia num caderno, num grupo de WhatsApp e numa folha de Excel passa a viver num sítio só.
Esta página está arrumada pela forma como se trabalha numa construtora e não por módulos de software. Tudo o que aqui está corre hoje em produção, e no fim da página há a lista do que ainda não fazemos.
Ninguém compra tudo ao mesmo tempo. Quase toda a gente entra por uma dor concreta e descobre o resto depois.
Ficha da obra, cronograma com caminho crítico, diário, portaria e semáforo de saúde.
Mapa de quantidades, banco de preços, autos de medição e subempreitadas.
Livro de receitas e despesas, contas a pagar e a receber, centros de custo, custo por obra.
Ficha do trabalhador, ponto por obra, salários com IUR e INPS, conta do trabalhador.
Stock por armazém, contagem física, ficha de cada máquina e alertas de revisão.
Alvarás, seguros e certidões com validade, garantias e cauções, mapa fiscal.
WhatsApp, email e caixa interna com modelos, avisos automáticos e portal do cliente.
53 relatórios em 12 categorias, exportação em PDF, CSV e XLSX, painel e importação.
Perfis, permissões, âmbito por obra e filial, auditoria, marca da empresa e arquivo.
Cada obra tem uma página só dela, com separadores para equipa, equipamento, custos, documentos, diário, cronograma e saúde financeira. Quem pergunta como vai a obra deixa de precisar de telefonar a três pessoas.
Código gerado automaticamente, estado, filial, valor contratado e percentagem de avanço. O que antes vivia num caderno, num grupo de WhatsApp e numa folha de Excel passa a viver num sítio só.
Moradia, edifício multifamiliar, villa, reabilitação, hotel, restaurante, obra pública, pavilhão, manutenção, muros e pavimentação. Abrir a obra a partir de um modelo traz a lista de etapas pronta, em vez de folha em branco.
Compara, centro de custo a centro de custo, o orçamentado, o medido em autos aprovados e o dinheiro que já saiu, e devolve o custo final estimado. Recalcula de madrugada e avisa na transição para vermelho, sem ninguém ir ver.
Tarefas com datas, duração em dias úteis, responsável, marcos e os quatro tipos de ligação entre tarefas com desfasamento em dias. A folga e o caminho crítico são calculados, e a linha de base guardada mostra a derrapagem. Sai em PDF para levar à reunião.
Uma entrada por obra e por dia com clima, frentes activas, pessoal presente, materiais recebidos, ocorrências e fotografias. É o primeiro papel que se pede quando há reclamação, acidente ou discussão de prazos.
O guarda regista quem entra e quem sai, incluindo o pessoal das empresas subcontratadas, emite credenciais de visita, fecha o resumo do turno e regista o material que passa o portão. Tem perfil de acesso próprio, que não abre a ficha do trabalhador.
Define que dias a empresa trabalha, incluindo o sábado de meio dia, e que dias são feriado. O cronograma, o ponto e os recibos leem todos o mesmo calendário, com os feriados nacionais de Cabo Verde já lá dentro.
Marque a obra no mapa e passa a ter previsão a sete dias, com aviso quando a chuva, o vento, o calor ou a evaporação rápida podem estragar o que está marcado no cronograma para esse dia. Betonar na véspera de chuva forte custa mais do que adiar um dia.
Cada trabalhador e cada equipamento estão alocados a uma obra, com data. Quem está onde deixa de ser uma pergunta feita por telefone ao encarregado.
O artigo do orçamento é o mesmo que se mede no auto, o auto aprovado propõe a factura ao cliente já preenchida, e do lado do custo a subempreitada segue o caminho gémeo. A margem lê-se por subtracção, e não fica guardada num campo que alguém se esqueceu de actualizar.
O orçamento é o documento que ganha ou perde o trabalho, e a medição é por onde entra o dinheiro. Aqui os dois estão ligados por construção.
Mapa de quantidades com quantidade, preço unitário e total, e PDF com o logótipo e as cores da sua empresa. Sai como resposta de empresa, e não como um Word mal alinhado.
Catálogo de recursos elementares e de composições com data de vigência, já carregado com 26 recursos e 10 composições de referência para Cabo Verde. Ao usar uma composição, o preço fica gravado no artigo com uma cópia congelada do cálculo que lhe deu origem.
Mede quanto de cada artigo foi executado no período, aprova e gera o PDF. Do auto aprovado sai a proposta de factura ao cliente já preenchida, uma única vez, sem duplicar por engano.
Contrato com mapa de quantidades adjudicado a partir do orçamento da obra, autos do que o subempreiteiro executou, e retenção de garantia congelada no momento da aprovação, com data de libertação.
Em Cabo Verde o subempreiteiro tanto é empresa como pessoa. O contrato é o mesmo nos dois casos e só o pagamento diverge: factura de despesa, pagamento com retenção na fonte, ou o bruto do recibo do mês se for da casa.
A taxa de 15% entra como configuração com data de início de vigência, e não como número escrito no meio do código. Muda a taxa, muda numa linha, e os orçamentos antigos não se reescrevem.
Quanto se tem a receber dos donos de obra, quanto se deve aos fornecedores, e quanto custou mesmo cada obra em dinheiro que saiu.
Cada lançamento com categoria, centro de custo, obra imputada e contraparte. Alimenta-se à mão e também sozinho: cada factura fechada lança-se aqui automaticamente, e os recibos de salário também, se a empresa ligar essa opção, sem ninguém copiar valores de um lado para o outro.
Facturas, notas de crédito, notas de débito e proformas, com o total repartido em linhas por centro de custo, marcadas pagas ou por pagar, com PDF e saldos pendentes no painel. São documentos de gestão para controlo interno, e o PDF diz isso no próprio papel.
Árvore até três níveis, com 22 centros de custo já criados em cada empresa nova. Sem uma classificação comum, cada pessoa escreve a mesma despesa de maneira diferente e no fim do ano os relatórios não somam nada de útil.
O custo de empregador de cada recibo, o bruto mais o INPS da empresa, reparte-se pelas obras na proporção dos dias de ponto, e um dia partido entre duas obras conta em cada uma na proporção dos minutos. O que o ponto não souber imputar fica numa linha à parte, assumida como pergunta por responder.
Os três números lado a lado, por obra e por centro de custo, com projecção do custo final. É o que permite renegociar enquanto ainda há obra para renegociar.
Valores em CVE sem casas decimais, porque o centavo não circula, e o código da moeda no cabeçalho da coluna em vez de repetido em cada célula. A paridade fixa ao euro, 110,265, é tratada como taxa que não envelhece.
O encarregado marca no telemóvel quem trabalhou e em que obra, meio dia ou dia inteiro. O escritório não volta a somar dias à mão nem a adivinhar a que obra pertence cada folha de papel, e no fim do mês o recibo sai com o IUR e o INPS já calculados.
Do dia marcado no estaleiro ao recibo entregue, incluindo as botas, o adiantamento e a multa que toda a gente anota num papel e depois perde.
Dados pessoais, documentos, função, filial, diária, regime de trabalho e alocação às obras, com 20 funções de construção já no catálogo de cada empresa nova e grupos para acções em lote.
Presença de meio dia ou dia inteiro, feriados e faltas por tipo de ausência, com dez tipos já configurados. Quem lança é o encarregado ou o escritório, e cada dia sabe a que obra pertence.
Os recibos do mês saem do ponto, com IUR por escalões e INPS do trabalhador e da empresa calculados pela tabela cabo-verdiana. A pré-visualização mostra quem fica de fora e porquê antes de emitir, e a folha inteira do mês imprime num PDF só.
A configuração fiscal tem data de início de vigência e cada recibo grava uma cópia congelada das regras com que foi calculado. Corrigir a tabela hoje nunca reescreve um recibo do ano passado, que é o que uma folha de Excel faz em silêncio.
O salário vive num catálogo por hora, por dia ou por mês, partilhado pela empresa, e não num campo solto em cada ficha. Uma construtora não tem noventa salários, tem meia dúzia de escalões, e assim actualiza-se num sítio.
O pagamento ao dia é o caso base e não uma adaptação. Quem é pago à tarefa continua a aparecer na folha, na lista dos ignorados e com o motivo à frente, porque escondê-lo era a maneira mais fácil de alguém se esquecer dele.
Adiantamentos, almoços, botas, capacetes e multas imputados à pessoa e descontados no recibo, com tecto configurável, um terço do líquido por omissão. Pode adiar, parcelar ou perdoar sem apagar o registo, e ultrapassar o tecto exige motivo que fica na auditoria.
Registo cronológico de ocorrências boas e más por trabalhador, e avaliações periódicas de 1 a 5 nas dimensões que a empresa definir. Promover ou dispensar alguém de memória não se defende quando é contestado.
O prestador em nome individual é pago por documento próprio, com retenção de IUR à taxa vigente, 20% por omissão em Cabo Verde, e com mapa de retenções para entregar ao Estado. Fazer-lhe recibo de salário é recusado com erro próprio.
O cimento que sai do armazém e não aparece em obra nenhuma é perda pura. A máquina parada num estaleiro que já acabou é capital imobilizado a não produzir, e só dá nas vistas meses depois. O sistema mede os dois, com números e não com impressões.
Stock por armazém, com o custo a chegar à obra certa, e uma ficha por máquina que diz onde ela está e quando é a próxima revisão.
Entradas, saídas imputadas a obra e transferências entre armazéns. O material que sai fica ligado à obra que o consumiu, e por isso entra no custo real dessa obra em vez de se perder numa conta geral.
Contagem com apuramento de discrepâncias e aviso automático quando a diferença passa o limiar definido. Sem isso, ninguém sabe se o desvio é erro de registo ou se é material a desaparecer.
Matrícula, onde está agora e desde quando, leituras de horímetro ou de quilómetros, manutenções feitas e alertas de revisão, seguro e inspecção com 30 dias de antecedência. Uma máquina só pode ter uma alocação aberta de cada vez, por construção.
Quatro contas que se fazem todos os dias em papel à porta do estaleiro, feitas no telemóvel: betão, armadura de aço, alvenaria e pintura. Um erro de traço ou de rendimento de tinta paga-se em material a mais ou em nova ida ao fornecedor.
Um alvará caducado descoberto na véspera de uma consignação custa a obra. Uma caução que já podia ter sido libertada obriga a pagar comissão ao banco, trimestre após trimestre, e não dá erro nenhum, por isso ninguém a vê. O sistema trata das duas, e nomeia o documento em vez de dizer que há um documento expirado.
Para quem trabalha para grupos grandes ou vive de obra pública, a papelada em ordem é condição de trabalhar, não é burocracia.
Alvarás, licenças, certidões, seguros, contratos e garantias com data de validade e ficheiro anexo. O sistema avisa 30 dias antes e no dia em que caduca, porque ninguém tem na cabeça a validade de vinte documentos.
Uma matriz do que falta a que obra e um relatório ordenado pela urgência, com os expirados primeiro, pensado para se levar a uma fiscalização ou a uma renovação sem andar a abrir gavetas.
Garantias bancárias, seguros-caução e depósitos nas duas direcções, com a garantia de concurso a poder existir antes de haver obra. Três relatórios: exposição, a vencer, e por libertar com o custo já desperdiçado calculado.
Uma linha por trabalhador com bruto, INPS do trabalhador, INPS da empresa e IUR retido, construída a partir dos recibos já emitidos e não de um recálculo ao vivo. Serve para preencher a declaração, e não a substitui nem faz entrega automática.
Avisar quarenta trabalhadores de uma mudança de estaleiro, ou mandar o recibo a cada um, faz-se hoje com quarenta mensagens escritas à mão e sem ficar registo de quem recebeu.
WhatsApp, email e caixa dentro da aplicação, sempre a partir de um modelo registado, para os grupos que escolher, com pré-visualização, agendamento, anexo de documento e registo do que saiu. Cada empresa liga o seu próprio número de WhatsApp.
O trabalhador de obra não faz login e não precisa: recebe o recibo em PDF no WhatsApp, ou por email. Se a sessão de WhatsApp cair, e cai de vez em quando, o email é o canal de recurso para o que importa.
Documento a caducar, obra a passar a vermelho, material abaixo do mínimo ou com diferença na contagem, quota de armazenamento a acabar. O sistema vai ter com a pessoa por WhatsApp, email ou caixa interna, em vez de esperar que ela abra o ecrã certo no dia certo. As garantias e os papéis das máquinas avisam dentro do sistema, no módulo e na fila de acções do painel de início.
O dono da obra entra com o número de telemóvel e um PIN de seis dígitos, vê as obras dele com progresso, orçamentos, autos e facturas com PDF, e aprova orçamentos e autos com data e identidade registadas. Pode correr num domínio da sua empresa e não ocupa lugar na subscrição.
O construtor não quer ecrãs, quer respostas: quanto rendeu a obra, quem faltou mais, que material não roda há três meses, que autos aprovados ainda não foram facturados.
Financeiro, RH, Materiais, Obras, Portaria, Subempreitadas, Salários, Equipamento, Cronograma, Fiscal, Executivo e Comunicação, com filtros por período, zona, filial, obra e função, indicadores no topo e gráfico.
São 159 ficheiros diferentes que pode levar consigo a qualquer momento, sem pedir autorização a ninguém. Em Agosto de 2026 foram abertos um a um sobre dados reais, e os que diziam alguma coisa errada foram corrigidos antes de esta página existir.
Quatro eixos, Produção, Pessoas, Dinheiro e Risco, e uma fila de acções ordenada por gravidade que nomeia a obra e o documento em causa. Responde num relance se há algum problema na empresa hoje.
Descarregue o modelo, carregue o ficheiro, veja a pré-visualização do que vai entrar sem nada ser gravado, e só depois confirme. Para trabalhadores, materiais, clientes e fornecedores, que é por onde a primeira tarde de trabalho costuma desaparecer.
Dar a toda a gente acesso a tudo é o que acontece quando a alternativa é complicada. Aqui a alternativa é rápida.
Perfis já prontos, entre eles Administrador, Gestor de Obra, Encarregado e Portaria, e 129 permissões para montar os seus ao detalhe.
Perfis de âmbito limitam um utilizador a zonas, filiais ou obras, e podem esconder por completo os valores em dinheiro. É o servidor que devolve os campos mascarados, não é o ecrã que os tapa.
Regista quem alterou o quê e quando. O que for apagado numa visita de suporte da SALWEB aparece no registo da sua empresa com a marca "suporte", para não se confundir com uma remoção feita pela própria empresa. Quem confia dados salariais a um fornecedor tem direito a ver isso.
Logótipo, cores e nome da empresa na aplicação, nos PDF de orçamento, auto, factura e recibo, e no portal do cliente. O que sai para fora sai com a sua marca, não com a de outro fornecedor de software.
Fichas de clientes e de fornecedores com um índice único que junta clientes, fornecedores, trabalhadores, prestadores e o Estado. Sem isso, o mesmo nome fica escrito de três maneiras e nenhum relatório por cliente é de confiança.
Fotografias comprimidas automaticamente, espaço usado por categoria à vista, e aviso quando se aproxima do limite, em vez de uma paragem no pior dia. As fotografias do diário enchem depressa.
A moeda, o rótulo do número fiscal, o indicativo telefónico e o fuso horário derivam do país da empresa, com oito países configurados. A validação do próprio número fiscal é específica em Cabo Verde, Portugal, Angola, Moçambique e Brasil; nos restantes confere-se só o formato. O IUR e o INPS só se aplicam onde existem: fora de Cabo Verde o recibo não os mostra a zero, simplesmente não os tem.
A empresa inscreve-se sozinha, com validação do número fiscal do país, confirmação por link e conta criada na hora. Quem quer experimentar à noite não devia ter de esperar por segunda-feira.
A empresa define as suas zonas, a ilha ou a região onde opera, e as filiais dentro de cada zona. É assim que uma construtora com estaleiros em duas ilhas separa quem vê o quê sem ter dois sistemas.
Cada número abaixo sai de uma contagem no código ou na base de dados que está no ar, e não de uma estimativa simpática. Pode confirmar na conta de demonstração.
Uma página de funcionalidades que só diz sim não serve para decidir. Estas quatro são as que mais vezes nos perguntam, e a resposta é não.
Em Cabo Verde, emitir factura exige software registado na plataforma e-Fatura da DNRE e assinatura com certificado digital. O software OBRA está registado desde 10 de Setembro de 2026, com o código de software OBRA, mas a emissão a partir do OBRA ainda não está construída. Hoje o sistema regista a factura que a sua empresa emitiu no programa de facturação dela, e o PDF que imprime diz, no próprio papel, que é um documento de gestão.
Não há plano de contas, débito e crédito, razão nem balancete, e não queremos substituir o seu contabilista. O que existe é um livro de receitas e despesas com centro de custo e obra, que responde a quanto custou cada obra, e que exporta em PDF, CSV e XLSX para entregar a quem faz as contas da empresa.
O OBRA é web, desenhado primeiro para telemóvel, a 360 px de largura, mas não é uma aplicação nativa da loja. E o ponto é lançado pelo encarregado ou pelo escritório: não há marcação pelo próprio trabalhador, nem biometria, nem leitura de cartão.
O sistema precisa de ligação para gravar e não tem modo de trabalho offline. Foi uma decisão consciente e não um esquecimento. Os ecrãs são leves e trabalham bem numa ligação de dados de telemóvel, e na prática o ponto marca-se onde há sinal, ao início ou ao fim do dia.
Escrevemos isto aqui de propósito. Quem descobre uma limitação depois de assinar tem toda a razão em ficar zangado.
Três caminhos, o mesmo destino. Escolha o que lhe der mais jeito.
A via mais rápida. Escreve, alguém responde. Sem formulário, sem espera.
+238 999 4727 ›Se prefere ver por si primeiro, crie a conta e entre. Não precisa de falar com ninguém.
Começar sozinho ›Para quem prefere escrever com calma, com as perguntas todas de uma vez.
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